Livros de autoajuda na área médica vendem horrores por uma razão muito simples: eles funcionam. quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Biblioterapia pode ser mais eficaz que antidepressivo
Livros de autoajuda na área médica vendem horrores por uma razão muito simples: eles funcionam. sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Tire suas dúvidas
Desde 1º de janeiro de 2009 entrou em vigor no Brasil a nova grafia do português, definida pelo Acordo Ortográfico de 1990. O trema foi extinto, algumas palavras perderam acentos e as regras do hífen mudaram.Agora é preciso aprender a escrever do jeito novo. O site UmPortugues.com foi criado para ajudar nesta tarefa, trazendo textos e ferramentas que auxiliam no aprendizado da grafia. Vamos estudar?
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http://umportugues.com/
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Cartilha e vídeo mostram como ler para bebês
No espaço da Biblioteca do Bebê, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, será distribuída a cartilha Primeira Infância Primeiras Leituras, onde pais e educadores encontrarão explicações simples e práticas sobre o que ler, como ler, por que ler, onde ler e quando ler para crianças pequenas em cada uma das fases. Escrita em linguagem simples e clara, a publicação traz exemplos concretos fáceis de utilizar. Mesmo pessoas com pouca escolaridade e dificuldade de leitura podem ler e estimular seus filhos a ler desde pequenos.Com o mesmo objetivo de estimular o hábito de leitura em família e difundir as melhores técnicas de ler para bebês, o IAB lança ainda o DVD Leitura desde o Berço: Como ler para bebês. O DVD apresenta exemplos concretos de pais, mães, babás, avós lendo para crianças de 6 a 36 meses. Também traz informações e dicas concretas sobre como os adultos podem ajudar o desenvolvimento da linguagem e do vocabulário das crianças lendo de forma interativa, espichando a conversa, estimulando a criança a participar ativamente da leitura e, dessa forma, adquirir o hábito e o gosto por ler.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Cientistas de Israel provocam autodestruição de célula de HIV

quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Célula-tronco de dente repara córnea
Pesquisadores do Instituto Butantã desenvolveram uma técnica para recuperar a visão de pacientes com lesão na córnea utilizando células-tronco extraídas da polpa do dente de leite. Os testes em seres humanos devem começar no próximo mês, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
"O tecido da córnea precisa ser constantemente renovado, pois as células se desgastam como as da pele", explica a biomédica Babyla Monteiro, responsável pela pesquisa. Essa manutenção, diz ela, é feita por uma região do olho chamada limbo, que fica em volta da córnea. "Mas quando a região límbica é afetada por um trauma ou uma doença, a córnea perde a capacidade de regeneração e se torna opaca, comprometendo a visão."
Quando o problema afeta apenas um dos olhos, é possível retirar células límbicas do olho saudável do próprio paciente para transplante, explica o oftalmologista da Unifesp José Álvaro Pereira Gomes, coautor do estudo. "Mas, quando os dois olhos são afetados, a opção hoje é recorrer a um doador. Mas sempre há risco de rejeição. Com as células-tronco do dente de leite, esse risco é muito menor."
As células da polpa do dente são incorporadas ao tecido ocular do paciente e recobertas por uma espécie de membrana feita de material semelhante à placenta. Elas então se adaptam ao tecido ocular e passam a atuar como células límbicas, reconstruindo a córnea degradada. A técnica vem sendo testada em animais desde 2006. Em março, os resultados foram publicados na revista Investigative Ophthalmology & Visual Science. "Agora vamos testá-la em voluntários que foram submetidos à cirurgia convencional, com células de um doador, mas não obtiveram sucesso, seja por rejeição ou por outro problema", diz Gomes.P
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100817/not_imp596045,0.php
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
TURISMO: Leitor de livro digital não pagará impostos, diz Receita
A partir de 1º de outubro, o turista brasileiro que trouxer um leitor eletrônico de livro digital na bagagem não precisará pagar imposto.Segundo publicado pela Agência Brasil, a Receita Federal informou que os leitores eletrônicos são considerados bens de uso pessoal, desde que não agreguem componentes que deixem o dispositivo com a mesma configuração de um computador.
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Unesco lança a campanha "Um livro para uma criança no Haiti"
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) lançou uma campanha de arrecadação de livros para as crianças haitianas. Por meio do projeto "Um Livro para Uma Criança no Haiti", doações são enviadas para os campos de deslocados internos da ilha caribenha.
A proposta da agência da ONU é um esforço de recomeçar o processo de aprendizado dos jovens do país, uma vez que escolas e bibliotecas foram destruídas pelo terromoto de janeiro.
Doações
Os romances, contos e histórias em quadrinhos são oferecidos para crianças entre três e 17 anos de idade, como uma distração para amenizar a dura realidade enfrentada por eles e como uma oportunidade para a leitura.
Paris A agência também sugere aos pais e comunidades do Haiti a encorajar as crianças ao hábito da leitura e da escrita, para que eles não percam o que já haviam aprendido antes do terremoto.
A Unesco irá pedir ainda a estudantes de Paris, onde fica a sede da organização, para doarem livros no início do ano letivo, em setembro. Os jovens franceses poderão escrever mensagens de solidariedade nos livros doados.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Revista de História promove debate sobre a participação judaica no país
No evento, com mediação do pesquisador da equipe da RHBN, Marcello Scarrone, serão distribuídos certificados de participação que poderão ser utilizados pelos alunos como horas de atividades complementares em suas universidades. E ao fim do encontro, será sorteada uma assinatura da RHBN com a duração de um ano. A série de debates tem, ainda, transmissão em tempo real, via Internet, no site www.institutoembratel.org.br, através do link TV PontoCom. A Fundação Biblioteca Nacional está localizada na Rua México s/nº, Centro, Rio de Janeiro (acesso pelo jardim). A revista – Desde o lançamento em 2005, a Revista de História da Biblioteca Nacional oferece informação qualificada em artigos e matérias produzidos pelos mais importantes historiadores brasileiros. A publicação conta com a chancela e o rico acervo iconográfico da Biblioteca Nacional e com o patrocínio da Petrobras. O conteúdo integral de todas as edições também pode ser acessado no endereço www.revistadehistoria.com.br
Disponível em: http://www.pletz.com/blog/revista-de-historia-promove-debate-sobre-a-participacao-judaica-no-pais/
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Chega ao Brasil novo livro da autora de "Crepúsculo"
Desde que a série de livros iniciada por “Crepúsculo” se tornou um dos maiores sucessos do mercado editorial recente, Stephenie Meyer é o centro das atenções. Qualquer nova obra da escritora é aguardada com grande ansiedade pelos fãs da saga de Bella e Edward, mesmo que esses personagens não sejam os protagonistas.É o caso de “A Segunda Vida de Bree Tanner” (editora Intrínseca, R$ 24,90), o primeiro livro de Meyer desde 2008, quando lançou “Amanhecer”.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Sai lista de indicados ao Prêmio São Paulo de Literatura 2010
"Livro discute se a internet está 'destruindo mentes"
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Feira do livro 2010
Uma manhã repleta de atividades de lazer para toda a família é como será a Feira do Livro e a Mostra de Projetos da Educação Infantil do Colégio I.L. Peretz.Novos títulos de DVD no acervo áudio visual da Midiateca
A Lista de Schindler, de Steven Spielberg , é uma obra-prima do cinema e um dos filmes mais premiados de todos os tempos. O filme apresenta a história real do enigmático Oskar Schindler, membro do partido Nazista e bon vivant que lucrava com a guerra, que salvou a vida de mais de 1100 judeus durante o holocausto. É o triunfo de um homem que fez...
Aumente seu Q.I

HERCUN, Deborah (Org.); KUHL, Martha. Aumente seu QI: testes desafiadores para desenvolver sua capacidade mental. São Paulo: Marco Zero, 2004. 208 p., il., 28 cm. ISBN 9788527903646.Lançamento disponível na Midiateca
Nenhum campo de extermínio foi tão longe na racionalização do assassinato em massa quanto Treblinka. Lá, cerca de 750.000 judeus foram mortos. Apenas 57 sobreviveram. Chil Rajchman foi um deles. Por dez meses, sobreviveu ao absoluto terror. Carregou cadáveres em decomposição. Extraiu dentes dos mortos para que os nazistas aproveitassem o ouro, lavando-os em vasilhas cujos restos de água sanguinolenta mataram a sede de outros prisioneiros. Testemunhou suicídios, empalamentos, centenas de execuções. Foi chicoteado diariamente, teve tifo, sarna. Em agosto de 1943, Chil e outros prisioneiros conseguiram pôr em prática um plano de revolta. Ele foi um dos últimos judeus a escapar de Treblinka. Seu relato avassalador e detalhado, escrito ainda durante a guerra e até agora inédito, vem a público acompanhado por fotografias, mapas e a planta do campo de extermínio. Um importante testemunho do que preferíamos esquecer, mas não podemos.
Na escola, Pessoa já era bom em línguas
Em duas temporadas em colégio de elite, poeta, ainda jovem, demonstrava interesse pelo ambiente literário Segundo historiador Hubert Jennings, Pessoa não gostava de esportes e sofria com agressões de colegas de turma..
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2605201011.htm
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Dica de leitura: Gabriela Ripper Naigeborin - 8 ano A
A série de livros “Percy Jackson” é ótima. .
Digitalização de livros aumenta no mundo
No Brasil, as bibliotecas na internet contribuem para a democratização da informação. O livro ainda não acabou, prateleiras de bibliotecas e livrarias continuam abarrotadas e nem o anúncio do sedutor iPad fez caírem os índices da lista dos mais vendidos do New York Times. Mas há, sim, uma batalha travada silenciosamente na galáxia do livro impresso. Enquanto se discute por aí se e-books vão substituir o papel, uma indústria paralela se prepara para digitalizar a maior quantidade de livros possível e coloca em pauta a mais importante das discussões sobre a ligação entre tecnologia e acesso à informação. Disponibilizar o conhecimento na web é democratizar a informação, mas como fazê-lo? E nesse campo de batalha há pelo menos dois fronts bem definidos. De um lado está a lógica comercial, que aceita o risco de burlar os direitos autorais. Do outro, as instituições apegadas à ética da preservação do objeto e seu autor.
Nos Estados Unidos, a Google passou por cima das leis de direitos autorais e digitalizou 12 milhões de livros. O que não está em domínio público fica indisponível na web, mas permanece integralmente armazenado nos discos rígidos da empresa para futura comercialização. Em Paris, a Biblioteca Nacional da França (BNF) criou o Gallica, sistema que armazena, online, mais de um milhão de livros e documentos.
O Brasil ainda engatinha nessa trilha.O projeto mais expressivo começou a ser realizado na Universidade de São Paulo (USP) no ano passado. A instituição disponibilizou na web 1.200 volumes da coleção de 40 mil títulos doada por José Mindlin em 2006.
A biblioteca digital intitulada Brasiliana pode ser consultada por qualquer pessoa com acesso à internet e é um braço de projeto mais amplo que envolve a construção de um prédio para receber o acervo de Mindlin.
O projeto de digitalização conta com financiamento de R$ 1,8 milhão do Ministério da Cultura e da Fapesp. Quase nada se comparado aos 14 milhões de euros anualmente destinados ao projeto da francesa Gallica. Na França, toda compra de equipamentos audiovisuais implica o pagamento de imposto reservado para a digitalização do acervo da BNF.Para montar a Brasiliana, a USP conta com um scanner robótico único na América Latina. Dotado de braço mecânico, o equipamento tem capacidade para digitalizar 2.400 páginas por hora. "Mas não estamos conseguindo atingir essa meta porque temos livros raros, delicados.
Tenho conseguido colocar três livros novos por dia", conta Pedro Puntoni, diretor da Brasiliana. A intenção é colocar online todo o acervo livre de direitos autorais, aqueles livros que já estão em domínio público.
Políticas sólidas
Também em São Paulo, a Mario de Andrade, maior biblioteca pública do país, amarga a falta de políticas sólidas para o livro na era digital. Entre 2000 e 2006, a instituição conseguiu disponibilizar apenas 200 obras raras e quatro mil do acervo de 3,3 milhões de itens.
"É pouco. Mas temos projetos para digitalizar livros raros sobre o Brasil, são projetos que mandamos para a Fapesp", conta a bibliotecária Joana Moreno de Andrade, responsável pela seção de obras raras.
No Rio de Janeiro a situação traz um alento. Desde 2006, a Biblioteca Nacional (BN) tem laboratório próprio e equipe de oito pessoas para digitalização do acervo. O financiamento vem de instituições estrangeiras como a Unesco, a Mellon Foundation e a brasileira Finep. "A digitalização tem dois objetivos: acesso e preservação", diz Angela Bitencourt, coordenadora da Biblioteca Digital da BN. "Visamos democratizar o acesso à coleção, que representa a memória documental do país. É uma digitalização feita com mais cuidado, a captura tem que ser feita em qualidade alta para que esse arquivo digital possa ser cópia fiel do original." No site, o usuário tem acesso a 30 mil itens, entre eles cinco mil áudios e oito mil imagens.
Brasília no começo
A Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE/UnB), a maior da cidade, não tem projetos de digitalização do acervo físico de 500 mil livros. "Digitalizamos apenas as dissertações ainda em formato impresso e a produção dos pesquisadores. Nosso acervo de livros não está digitalizado nem vai estar tão cedo por causa do volume e do custo, que é muito alto", avisa Sely Costa, diretora da instituição.
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A Biblioteca do Senado Federal é a única da cidade engajada em um programa de digitalização. É possível consultar em rede 180 das quatro mil obras raras da instituição. São mapas e relatos dos séculos 18 e 17, documentos históricos como a Nova orbis, que narra a expedição de Joannes de Laet à América e foi publicado em 1633.
"Nossa capacidade varia de acordo com a qualidade dos documentos. Obras raras têm que ter manuseio cuidadoso, mas fazemos de seis mil a sete mil páginas por mês e o projeto começou em agosto de 2009", conta o bibliotecário André Luiz Lopes. Já na Biblioteca Nacional Leonel Brizola, nem mesmo o acesso ao acervo físico está liberado para os usuários.
Curiosidades online
Biblioteca Digital do Senado
Documentos e relatos sobre a expedição Cruls, cartas trocadas entre Dom Pedro I e Dom João VI na época do Brasil Império.
Biblioteca Brasiliana USP
É a única biblioteca pública no Brasil cujo acervo possui cinco livros de Francisca Júlia, poeta paulistana do início do século 20 importante para a história da literatura na cidade. A Brasiliana também colocou online toda a poesia de Vinicius de Morais, depois de um acordo com a família do compositor, que liberou os direitos autorais.
Biblioteca Digital da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
A coleção de mais de duas mil fotografias da imperatriz Maria Thereza Chirstina está disponível no site. Cada imagem vem acompanhada de fichas detalhadas sobre a foto.
Livro Perigoso para Garotos
A despeito do nome, O Livro Perigoso para Garotos é uma das leituras mais proveitosas que você pode oferecer ao garotinho da sua casa. Está certo que os autores, os irmãos ingleses Conn e Hal Iggulden, ensinam a fazer umas engenhocas pouco ortodoxas, como atiradeira e arco-e-flecha, mas são mais de 300 páginas determinadas a colocar a criançada em contato com as brincadeiras de antigamente e com atividades pra lá de lúdicas.sexta-feira, 14 de maio de 2010
Aprenda a proteger a sua rede Wi-Fi
A coluna de tecnologia do Jornal da Globo, vai ensinar como se proteger de invasões.
Segura peão que a Conecte desembarcou no interior. Estamos em Agudos, a 330 quilômetros de São Paulo.
Nem os computadores desta pacata cidade estão livres dos mais perigosos ataques virtuais.Os hackers invadem qualquer rede Wi-Fi.
Mas o que é Wi-Fi?
É sem fio. Wireless, em inglês. Um símbolo escrito "WI-FI" significa que você está em um hotspot, ou seja, na área de cobertura de uma antena de rádio que transmite o sinal da internet. Se tiver um receptor desse tipo de freqüência no seu computador, pronto. Você está conectado. Bem, isso se o dono da antena deixar.
Mas, se ele não deixar? Será que pessoas estranhas conseguem entrar na rede?
Sim, é ilegal, mas conseguem. Tudo vai depender se o seu Wi-Fi está aberto ou fechado com segurança.
Na farmácia do Sérgio Alcarde, lá em Agudos, não tem remédio que dê conta de uma invasão.
“Tem (informação sigilosa no computador). Dados e arquivo de acesso ao banco ficam ali também”, afirmou o farmacêutico.
Para provar que ele corre perigo, Filipe, Consultor em Segurança Eletrônica entra em ação. Ele vai invadir a rede e o computador da farmácia. A primeira facilidade logo é detectada: a rede tem uma proteção simples: o Wep.
Wep é um programinha de criptografia que esconde toda informação que entra ou sai do computador pela rede. O problema é que, com o tempo, descobriu-se que ele não é tão seguro assim.
“Você instala um mecanismo de segurança, só que na verdade esse mecanismo de segurança é burlado. Então, isso cria até uma falsa sensação de segurança”, constatou Filipe.
Em menos de cinco minutos, Filipe tem acesso à rede e começa a capturar informações.
“Começou está vendo? Os nossos dados como estão subindo rápido agora”, observou.
Os dados vão para um programa que quebra senhas. O resultado não demora.
“A gente vai pegar, então, esses dados que foram gerados. Ele vai pedir para gente qual é a rede que a gente está querendo, a gente vai pegar aqui da farmácia e vai tentar quebrar. Pronto, já quebrou para gente”, disse o Consultor em Segurança Eletrônica.
Filipe mostra como é fácil roubar informações do computador. Ele faz um screen shot. É como se ele tirasse uma fotografia da tela da máquina que acabou de invadir.
“Ele poderia estar conversando no MSN ou mandando e-mail que não queria que ninguém soubesse. Poderia acessar qualquer coisa”, explicou o consultor.
Em plena avenida Paulista, nós conseguimos localizar pelo laptop pelo menos 20 redes sem fio conectadas e, acredite, mesmo este sendo o centro financeiro do Brasil, quiçá da América Latina, vemos que algumas estão absolutamente desprotegidas.
São empresas de grande porte que podem correr perigo.
“O risco que as empresas correm é primeiro que você acesse uma rede wireless desprotegida e, através dela, você consiga atacar ou prejudicar outras empresas. Também pode permitir acesso a dados confidenciais dessa empresa que estão sendo trabalhados”, afirmou o gerente de Desenvolvimento de Negócios de Segurança da Cisco para a América Latina.
É simples minimizar os riscos na empresa ou em casa. Primeiro, é preciso criar uma senha de acesso à rede: quanto maior, melhor. Segundo: usar o protocolo de segurança Wpa2, que oferece uma blindagem melhor do que a Wpa é bem maior que o Wep.
“A maioria dos equipamentos já vêm com esse dispositivo embutido na máquina”, disse o consultor de segurança Daniel Garcia.
O manual do roteador dá o passo a passo para configurar de, graça, o Wpa2.
No Windows 7 e Vista, por exemplo, basta abrir o painel de controle e depois o centro de rede e compartilhamento. Clicar em "gerenciar redes sem fio" na barra da esquerda. Todas as redes sem fio detectadas vão aparecer e, ao lado do nome da rede, entre parênteses, o grau de segurança.
Se a sua rede estiver aberta ou protegida por Wep ou Wpa, clique com o botão direito no nome da rede, depois em propriedades. Ali escolha a opção segurança e modifique o tipo para Wpa2. Pronto. Desse jeito, ninguém invade o seu computador para cometer crimes cada vez mais comuns no Brasil.
“É claro que o Brasil está um pouco atrás das outras nações mais desenvolvidas, porque nós não temos uma legislação específica no combate a crimes por meios eletrônicos. Nós temos que avançar muito nesse campo ainda”, declarou o delegado José Mariano de Araújo.
Enquanto o campo está minado, o bom mesmo é se proteger.
Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/04/aprenda-se-proteger-dos-hackers.html
Resultado da enquete
Google vai começar a vender livros digitais até julho
O Google vai começar a vender livros digitais no final de junho ou início de julho, disse um representante da empresa nesta terça-feira, abrindo espaço para uma batalha da gigante da internet com a Amazon.com e a Apple. Chris Palma, que trabalha com o desenvolvimento de parcerias estratégicas para o Google, anunciou o cronograma em um painel sobre os planos do Google patrocinado pelo Grupo de Estudo da Indústria do Livro em Nova York. O evento, que aconteceu nos escritórios da Random House em Nova York, tem o tema "O livro no Google: O futuro do mercado editorial está nublado?".O Google tem discutido suas visões sobre a distribuição de livros online há mais de um ano. A empresa tenta se diferenciar de operadores como a Amazon.com ao permitir que os usuários acessem livros de um grande leque de sites usando vários aparelhos.
As informações são da Dow Jones.
Cada um com o seu: E-books e literatura digital



Por que ter...
Gabriela Ruic, jornalista
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O preço da edição internacional do Kindle na Amazon.com, custa em média R$ 600, sem contar impostos e frete. Os livros saem, em média, por R$ 20.
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IPAD
Gabriel Azevedo, empresário
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Os cinco livros mais retirados na Midiateca no mês de abril
SHAKESPEARE, William. Macbeth. Brasil: Cengage Learning, 2009. 144 p., il., 24,5 cm. ISBN 9781424028702.ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. 2 rev. e atual. São Paulo: Ediouro, 2001. 296 p. (Prestígio). ISBN 8500005734.
(2º mês consecutivo!)
FRANK, Anne. O diário de Anne Frank. 13. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. 315 p.
RIORDAN, Rick. A maldição do Titã. Tradução de Raquel ZAMPIL. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2009. v. 3. 335 p., 21 cm. (Percy Jackson e Os Olimpianos; v. 3). ISBN 9788598078588.
BANDEIRA, Pedro. A marca de uma lágrima. 60. ed. São Paulo: Moderna, 1991. 94 p. (Veredas). ISBN 8516002616.
Empresa israelense é a fornecedora de tecnologia para Projeto Natal
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Mesmo que o acordo exija exclusividade, isso não significa que a Nintendo e a Sony não tenham opções. Existem diversos vendedores que poderiam, por meio de parcerias, desenvolver tecnologias similares, incluindo a californiana Canesta.
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Mas algumas questões permacem sem resposta, lembrou Doherty, incluindo quantos jogadores serão capazes de usar o Natal simultaneamente e a data efetiva de seu lançamento.
Um porta-voz da Microsoft reiterou que o Project Natal fecha até o final do ano e se recusou a comentar os termos do acordo com a PrimeSense.
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O passado e o futuro do livro – e do ideal iluminista de torná-lo acessível a todos – são examinados em ensaios pelo diretor da biblioteca de Harvard
CENTRO DO SABER: Biblioteca Pública de Nova York: bem mais do que um depósito de livros





